Quinta - 25/03/10
Em sua primeira vitória na Fórmula 1, o veterano
australiano Mark Webber venceu o Grande Prêmio da Alemanha-2009 e deixou Sebastian Vettel no segundo lugar. Depois de ver seu companheiro na Red Bull fazer a festa em sua casa, o alemão quer dar o troco em Melbourne.
"No ano passado, eu estive perto de vencer aqui. Geralmente, você ganha um troféu com um canguru e eu realmente gostaria de ter recebido no ano passado. Então, vou tentar novamente nesse ano", afirmou o atual vice-campeão do mundo em entrevista ao site Autosport.
Vettel garante que Webber está motivado por correr em casa, mas sabe que a cobrança pode atrapalhar. "Você pode ver o lado positivo e lembrar que tem muitas pessoas torcendo por você ou encarar pelo lado negativo da pressão. Ele é o único australiano no grid. Então, com certeza é especial para ele", analisou.
Na Fórmula 1 desde 2002, Mark Webber, 33 anos, ganhou elogios do jovem e promissor Vettel. "Ele não estava nos melhores carros no passado e não teve uma vida fácil. Ele sabe como vencer. Ganhou no Brasil também e definitivamente é um piloto forte. Espero que possamos marcar alguns bons pontos", afirmou.
Depois de perder a vitória no Grande Prêmio do Bahrein por um problema técnico, Vettel chega otimista para a segunda prova do ano. "Temos um carro muito bom. Não há razão para que não sejamos competitivos aqui. Eu gosto de Albert Park, é uma pista legal", disse o alemão.
Espn
Sábado - 20/03/10
A Federação Internacional de Automobilismo (FIA)
decidiu abrir um processo de seleção para escuderias interessadas em cobrir eventuais vagas para o Mundial de Fórmula 1 de 2011.
Em comunicado disponível em seu site, a FIA diz que selecionará "uma ou mais possíveis equipes 'reservas' para ocupar tais vagas".
A FIA levará em conta especialmente o compromisso das equipes aspirantes, que deverão estar em condições de competir nos campeonatos de 2011 e 2012.
Os detalhes do processo, assim como os critérios de seleção, serão comunicados aos candidatos que tenham manifestado expressamente seu interesse à FIA até as 13h (horário de Brasília) do próximo dia 15. Também será necessário pagar uma taxa de inscrição de mil euros.
Segundo a FIA, os critérios de seleção incluirão capacidade técnica; capacidade de garantir recursos financeiros; experiência e recursos humanos; e o valor que a nova equipe pode agregar ao campeonato.
Ainda de acordo com a nota, a escolha dos candidatos está prevista para julho.
Fonte: ESPN
Bem, agora parece que a FIA e o veio doido estão começando a agir com mais profissionalismo, depois das críticas e de colocar carros de outro nível nas pistas, a F1 está sentindo que tem que mudar ou se não irá continuar a perder terreno, hoje em dia há milhares de Fórmulas, tanto de Monoposto quanto de 4x4, e de carros de turismo é o que não falta.Tomara mesmo que novas equipes entrem, mas entrem para disputar pelo menos a zona de pontuação, pq entrar para levar 5 a 8 segundos do líder, é ridículo.
Quinta - 18/03/10
Antes da segunda rodada da temporada, na Austrália, a FIA deve emitir uma clarificação das regras relativas aos difusores traseiros. Os regulamentos permitem um buraco no difusor para permitir o acesso para a partida do motor. No entanto, existem preocupações de que as equipes McLaren, Renault e Mercedes poderiam estar explorando essa "brecha" para ganhar um benefício aerodinâmico, através da adoção de forma inusitada de motores de arranque, a fim de justificar as aberturas difusoras particularmente grande. Não se surpreenda se muitos foram modificados já em Melbourne.
Antes do início da temporada, a Red Bull já havia contestado a regularidade da peça da McLaren.

Júnior
Terça - 16/03/10
Mark Gallagher, gerente geral da empresa Cosworth Engineering, fabricante de motores para HRT, Virgin, Lotus e Williams nessa temporada declarou estar satisfeito com o resultado dos motores após o GP do Bahrein:
"Depois de muitos meses de trabalho, de desenvolvimento e implementação de nosso retorno como um fornecedor de motores para a Fórmula 1, foi gratificante ver os nossos 4 times em ação" e continuou:
"De um ponto de vista do desempenho do motor, eu acho que nós podemos estar muito satisfeitos com o desempenho do CA2010 no Bahrein.Os dois pilotos da Williams terminaram a prova e o Rubens marcando um ponto, em 10º, enquanto a Lotus tendo um marco significativo em terminar sua corrida de estréia sem problemas.Eu também tenho conversado com os pilotos que usam Cosworth e todos apresentaram um Feedback positivo em relação ao desempenho dos motores".
Mark Gallangher também frisou que apesar de duas das quatro equipes que usam o modelo terem abandonado, o caso de motor aparente no carro de Bruno Senna deveu-se a um problema de instalação na peça que leva água ao radiador, com isso o carro do brasileiro ficou sem água.Os outros com problemas Hidráulicos ou no câmbio, ou seja, fizemos nossa parte.
Júnior
Domingo - 14/03/10
O deserto foi o palco, o sol garantiu a luz e a Ferrari o espetáculo. Em uma corrida sem grandes emoções, o time de Maranello deixou o apagado ano de 2009 para trás e abriu a temporada 2010 com uma dobradinha no Bahrain, com o estreante Fernando Alonso cruzando a linha de chegada em primeiro e Felipe Massa na segunda colocação.
Falando em recuperação, a prova marcou o ressurgimento também da McLaren, que fechou o pódio com o terceiro lugar de Lewis Hamilton. Antes da corrida, o campeão mundial de 2007 chegou a descartar a chance de brigar pelas três primeiras colocações.
O pole-position da prova, o alemão Sebastian Vettel, da Red Bull, dominou os dois primeiros terços da corrida. Porém, nas 20 voltas finais o motor de seu carro sofreu com a perda de potencia e, de primeiro na pista, Vettel cruzou a linha de chegada na quarta colocação, apesar do problema enfrentado.
Atual campeão de pilotos e construtores, a Mercedes GP – antiga Brawn GP – terminou com Nico Rosberg na quinta colocação – colado em Vettel – e na sexta posição com o Michael Schumacher, que retorna à categoria depois de três temporadas afastado. Próximo ao heptacampeão fecharam Jenson Button (McLaren) e Mark Webber (Red Bull).
No novo regulamento, os dez primeiros marcam pontos, portanto levaram para casa algumas somas Vitantonio Liuzzi, da Force Índia, e Rubens Barrichello, em sua estreia pela Williams.
Bem colocado no grid, Robert Kubica caiu com uma rodada no início da prova, terminando em 11º. Seguindo o polonês da Renault aparecem os pilotos Adrian Sutil, Jaime Alguersuari, Nico Hulkenberg, Heikki Kovalainen, Sebastien Buemi e Jarno Trulli.
A primeira volta foi uma das mais importantes da corrida, quando Alonso tomou a segunda posição de Massa. Também tiveram problemas nas primeiras curvas, Adrian Sutil e Robert Kubica, que rodaram e caíram para o fundo do grid.Das três equipes que iniciaram suas atividades na Fórmula 1, melhor situação para a Lótus, que, apesar de ter ocupado as últimas colocações, completou a prova com Jarno Trulli e Heikki Kovalainen.
Os dois pilotos da Virgin GP, Timo Glock e Lucas di Grassi, abandonaram com problemas. Na HRT, Karun Chandhok bateu e Bruno Senna deixou a prova com problemas.
1) Fernando Alonso (ESP/Ferrari)
2) Felipe Massa (BRA/Ferrari)
3) Lewis Hamilton (ING/McLaren)
4) Sebastian Vettel (ALE/Red Bull)
5) Nico Rosberg (ALE/Mercedes GP)
6) Michael Schumacher (ALE/Mercedes GP)
7) Jenson Button (ING/McLaren)
8) Mark Webber (AUS/Red Bull)
9) Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India)
10) Rubens Barrichello (BRA/Williams)
11) Robert Kubica (POL/Renault)
12) Adrian Sutil (ALE/Force India)
13) Jaime Alguersuari (ESP/Toro Rosso)
14) Nico Hulkenberg (ALE/Williams)
15) Heikki Kovalainen (FIN/Lotus)
16) Sebastien Buemi (SUI/Toro Rosso)
17) Jarno Trulli (ITA/Lotus)
OUT) Pedro de la Rosa (ESP/BMW Sauber)
OUT) Bruno Senna (BRA/HRT)
OUT) Timo Glock (ALE/Virgin)
OUT) Vitaly Petrov (RUS/Renault)
OUT) Kamui Kobayashi (JAP/BMW Sauber)
OUT) Lucas di Grassi (BRA/Virgin)
OUT) Karun Chandhok (IND/HRT)
Estatísticas:
- 22ª vitória para Fernando Alonso;
- 211ª vitória para a Ferrari como construtora;
- 212ª vitória para a Ferrari como fabricante de motor;
- 49 voltas x 6.299 km - 308.405 km - Offset: 246 m
- Melhor Volta: 1:58.287 - Fernando Alonso;
- Sebastian Vettel 33 voltas na liderança / Fernando Alonso 16 voltas na liderança.
Volta Por Volta(clique para melhor visualização)

Sábado - 13/03/10
O dia começou quente no Bahrein(grande novidade), com o último treino livre não mostrando nenhuma surpresa, ou seja as favoritas no topo da classificação, os treinos classificatórios para a primeira pole position do ano prometia.Com Alonso, Massa, Rosberg, Vettel, Hamilton, Button e Schumacher na pista, esse ano promete.
Carros e carroças nas pistas, vamos ao treino classificatório:
O primeiro a entrar nas pistas nesse sábado foi o brasileiro Lucas di Grassi
, abrindo os treinos e fazendo um discreto 2:02.131.Alonso foi o segundo a abrir volta e já mostrando a diferença entre as novatas e as equipes de ponta, fez 1:55.623, colocando mais de 6 segundos no brasileiro da Virgin.Assim todos os carros foram abrindo e fechando volta, o heptacampeão Michael Schumacher só entrou na pista há 10 minutos do fim da 1ª sessão de classificação(Q1).
Faltando mais ou menos 7 minutos para o fim do Q1, o outro piloto brasileiro, o estreante Bruno Senna iniciou uma volta rápida, mas como a Hispania ainda não parece ser um carro de F1, ele virou 6 segundos e meio mais lento do que o até então líder Felipe Massa.A Force India continuou andando muito bem, Sutil fechou a parte dele no Q1 com um grande 3º lugar.Como já esperado, os carros das 3 equipes estreantes ficaram só no Q1 mesmo, quase que sobrava para o Kobayashi, mas a Knock-Out zone ficou paraAlguersuari, da STR, que errou quase saindo da pista e perdeu de fazer um tempo bom e vai largar em 18º apenas.
Q2
A segunda parte do treino foi iniciada com o alemão Vettel, fazendo um bom tempo por sinal, o suiço Buemi tambem entrou na pista e já inaugurou a área de escape; para a sorte dele era numa área de asfalto, mas trouxe areia pra pista.Uma combinação nada legal para uma pista a 47ºC.O Q2 continuou, faltando 3 minutos para o fim todos os carros foram para os pits, o primeiro a sair foi Hamilton.As Ferraris quase se atrapalharam na hora de fazer as trocas de pneus.Kobayashi foi o último a sair para as voltas finais.Os carros abrem as voltas, não podem errar mais, não há mais tempo.Alonso fez a melhor volta e garantiu presença no Q3, Button tava em 11º, iria ser eliminado caso errasse a volta, ele errou no terceiro setor, mesmo assim conseguiu um tempo no limite, e fez a 10ª posição.
Schumacher quase que ficava de fora do Q3, terminou em 9º, com isso o brasileiro Rubens barrichelo foi para 11º e ficou fora da super pole.
Q3
para definir a pole, e com uma ameaça de uma tempestade de areia, era bom eles andarem logo.Todos entraram para fazer bonito com pneu macio, menos o Adrian Sutil que visou alguma estratégia amanhã e entrou na pista com pneu duro, já que não pode mudar o pneu para amanhã.Vettel faltando 6 minutos para o fim fez 1:54.101 e com isso fez a pole, ninguem conseguiu entrar na casa dele, as Ferraris vieram logo em seguida com 1:54.242 do Massa e 1:54.608 do Alonso.O infeliz do Lewis Hamilton que eu tinha colocado como palpite para a pole no bolão loucos por f1 fez só o quarto tempo e seu companheiro Button apenas o 8º tempo, seguido do Kubica que andou muito bem em comparação aos testes.Um detalhe final foi o Schumacher olhando meio que desconfiado para o carro da Mclaren.
Fotos do Dia:
Os 3 primeiros pousando para os fotógrafos.
Schumacher disconfiado
Carros de temporadas anteriores e seus pilotos marcaram os 60 anos de F1(Na foto: a Tyrrell 006 com seu piloto da época Jackie Stewart pilotando)
A Williams FW 08 com seu piloto Keke Rosberg
A Williams F18 com seu piloto Damon Hill
O Emerson tava lá, com sua Lotus 72D.
Ainda estavam Lá, Jody Scheckter, Mario Andretti, John Surtees e Sir Jack Brabham de 83 anos, o campeão mais velho ainda vivo e que era chefe desse ai abaixo, Bernie Ecclestone:

Amanhã reportagem completa da 1ª etapa do mundial de 2010
Júnior
Quinta - 11/03/10
Após trocar a Brawn GP pela Williams no fim do
ano passado, o brasileiro Rubens Barrichello joga na temporada 2010 todas as suas fichas na tentativa de conquistar pela primeira vez o Mundial de Fórmula 1.
Piloto mais experiente da história da F-1 (são 288 grandes prêmios, com 284 largadas até a temporada 2009), Rubinho pode ter em sua nova equipe a última chance de escrever seu nome na lista de campeões da principal categoria do automobilismo.
Nascido em São Paulo, no dia 23 de maio de 1972, Rubens Gonçalves Barrichello ganhou seu primeiro kart do avô materno aos 6 anos. Com um início meteórico, recebeu o apoio do pai e nos primeiros anos da carreira conquistou por cinco vezes o título paulista e brasileiro.
Em 1986, foi campeão sul-americano, e no ano seguinte terminou em nono no Campeonato Mundial. Dois anos depois, ainda na adolescência, Barrichello começou a correr na Fórmula Ford, categoria que terminou na terceira posição.
O sonho de disputar a Fórmula 1 começou a se tornar mais próximo em 1990, quando, com apenas 17 anos, Rubinho deixou o Brasil para disputar o Campeonato Europeu de Fórmula Opel pela equipe Draco. A conquista do campeonato já na primeira temporada despertou a atenção do mundo do automobilismo europeu, e no ano seguinte o brasileiro trocou mais uma vez de categoria, desta vez para a Fórmula 3 inglesa.
Na Inglaterra, Rubens Barrichello voltou a surpreender e, defendendo a equipe West Surrey Racing, conquistou novamente um campeonato em sua temporada de estreia. Em 1992, o brasileiro foi convidado a disputar o Campeonato Europeu de Fórmula 3000 pela equipe IL Barone Rampante. Mesmo com um carro pouco competitivo e que apresentava vários problemas, Rubinho terminou em terceiro, o que lhe valeu o tão desejado convite para a Fórmula 1.
Pilotando uma Jordan, Barrichello estreou na categoria maior do automobilismo no Grande Prêmio da África do Sul, no dia 14 de março de 1993. O brasileiro largou na 14ª, mas não conseguiu completar a corrida devido a problemas no carro.
Os problemas no carro da Jordan foram a tônica na temporada, e Rubinho terminou o Mundial na 18ª posição. O brasileiro marcou apenas 2 pontos, e completou apenas seis dos 16 grandes prêmios do circuito.
A partir do segundo ano, as coisas começaram a melhorar para Barrichello. Logo na segunda corrida, o GP do Pacífico, veio o primeiro pódio da carreira. Ao fim da temporada, o brasileiro marcou 19 pontos, ficando na sexta colocação.
O brasileiro ainda disputou mais duas temporadas pela Jordan, mas não conseguiu repetir o bom desempenho de 1994. Em seu terceiro ano na categoria, conseguiu um segundo lugar no GP do Canadá, mas terminou o circuito na 11ª posição. No ano seguinte, o carro voltou a deixar o brasileiro na mão em diversas corridas, e a oitava posição no Mundial ficou de bom tamanho.
Em 1997, Barrichello trocou a Jordan pela Stewart. Foram três temporadas na equipe, e somente na última o brasileiro conseguiu certo destaque, terminando na sétima posição geral, com 21 pontos conquistados.
O grande salto na carreira aconteceu no ano 2000, quando o brasileiro assinou contrato com a Ferrari, para ser companheiro de equipe do alemão Michael Schumacher. A primeira vitória veio logo no primeiro ano na escuderia italiana, no GP da Alemanha. No entanto, em todo o período que passou na Ferrari, O brasileiro viveu à sombra de Schumacher, que se tornaria heptacampeão mundial da categoria.
O melhor desempenho do brasileiro aconteceu nas temporadas 2002 e 2004, quando terminou o Mundial na segunda colocação. No total, foram nove vitórias entre 2000 e 2005, quando no fim do ano trocou a Ferrari pela Honda.
Rubinho chegou à equipe japonesa cheio de expectativas, mas mais uma vez terminou no meio da classificação final. Em três anos na equipe, não conseguiu nenhum pódio, e em 2007 viveu o pior ano da carreira, terminando na 20ª posição, sem conquistar nenhum ponto.
No ano passado, depois de muitas especulações sobre seu futuro, Barrichello acabou assinando pela recém-criada Brawn GP, que acabou se tornando a sensação da temporada. Pela escudeira, o brasileiro conquistou duas vitórias, e chegou ao pódio e ainda outras quatro ocasiões. No entanto, viu seu companheiro de equipe, Jenson Button, ficar com o título, e terminou a temporada na terceira colocação geral.
Rubinho declarou semana passada que ainda sonha em ser campeão mundial, agora na Williams, o brasileiro declarou que vive a melhor forma física da carreira e a vontade de ser campeão agora na equipe do Sr. Frank é maior.
Fonte: ESPN
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Torço pro Barrichello, não tenho nada contra ele, só acho que ele tem que assumir uma posição mais madura na sua carreira, são quase 20 anos de F1.Se ele estivesse na Mercedes, RBR, McLaren ou até mesmo na Ferrari, tudo bem, mas na Williams-Cosworth complica hein.Quero queimar a Língua.
Júnior










